O Emprego CONTÍNUO DAS Redes sociais TEM CONTRIBUÍDO Pa

25 Apr 2019 14:45
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<h1>O Uso CONT&Iacute;NUO DAS M&iacute;dias sociais TEM CONTRIBU&Iacute;DO Pro Agrad&aacute;vel APRIMORAMENTO DA ESCRITA?</h1>

<p>A a&ccedil;&atilde;o Colunistas (Des) Conhecidas &eacute; promovida pelo Estado, em parceria com a ag&ecirc;ncia digital Bold Tema, pro Dia Internacional da Mulher. “Queremos outra vez chamar a aten&ccedil;&atilde;o para o problema buscando a transforma&ccedil;&atilde;o de uma realidade que algumas mulheres enfrentam. Nossa inten&ccedil;&atilde;o &eacute; oferecer voz a essas d&uacute;vidas graves, cotidianas e muito veladas”, diz Marcela Dalla, gerente de marketing do Estado.</p>

<p>Os relatos foram colhidos pelas pr&oacute;prias colunistas e blogueiras com base em entrevistas com mulheres que sofreram agress&otilde;es, indicadas pelo projeto Justi&ccedil;a de Saia, da promotora de Justi&ccedil;a Gabriela Manssur. Os textos ser&atilde;o publicados em primeira pessoa, sem divulgar a identidade das v&iacute;timas. De acordo com Gabriela, a&ccedil;&otilde;es como essa s&atilde;o primordiais pra sensibilizar os leitores sobre o tema. “Voc&ecirc; se coloca no ambiente da v&iacute;tima ou se identifica como autor da agress&atilde;o e v&ecirc; os impactos disso na vida de uma mulher. Quem bate pela mulher bate em toda a sociedade”, destaca a promotora. Ao publicar os textos em espa&ccedil;os que originalmente s&atilde;o usados para discuss&otilde;es sobre outros t&oacute;picos, a campanha pretende chamar a aten&ccedil;&atilde;o para a quest&atilde;o.</p>

<p>“O leitor que est&aacute; acostumado a entrar em colunas, por exemplo, ser&aacute; impactado com um relato Facebook &Eacute; A Bola Da Vez contra a mulher”, diz Marcela. Adriana Moreira, autora da coluna Viajar &eacute; Poss&iacute;vel, &eacute; uma das que far&atilde;o uma pausa nas publica&ccedil;&otilde;es tradicionais para abrir espa&ccedil;o &agrave; hist&oacute;ria de uma v&iacute;tima de dureza dom&eacute;stica.</p>

<p>Segundo Adriana, o texto foi produzido ap&oacute;s uma hora de discuss&atilde;o com uma mulher paulistana que sofria agress&otilde;es psicol&oacute;gicas e f&iacute;sicas pelo companheiro. “Ela se perguntava como a circunst&acirc;ncia chegou &agrave;quele ponto. Instituto De Ci&ecirc;ncias Biom&eacute;dicas Da Escola De S&atilde;o Paulo mulheres prestem aten&ccedil;&atilde;o aos sinais, que s&atilde;o sutis. Ela costuma manifestar que a hostilidade nunca come&ccedil;a com um soco”, conta Adriana, que se diz privilegiada por ter recebido a seguran&ccedil;a de uma mulher pra ouvir sua hist&oacute;ria. DeUmaVozPorTodas, que ser&aacute; usada ao longo do dia pra divulga&ccedil;&atilde;o dos relatos nas redes sociais do Estado.</p>

<p>O fechamento de contratos tem que ser personal&iacute;ssimo, mesmo que se utilize de meios digitais e n&atilde;o tenha contato presencial, todavia precisa ser um contrato firmado diretamente com um advogado e n&atilde;o com auxiliares, sejam assistentes humanos ou rob&ocirc;s. Desta forma, s&oacute; podemos concluir que a tecnologia n&atilde;o &eacute; a dificuldade, no entanto a capta&ccedil;&atilde;o indevida de consumidores sim. Os maiores interessados em impedir a utiliza&ccedil;&atilde;o da tecnologia para conectar cidad&atilde;os e advogados no Brasil pra defesa dos direitos do cliente, por exemplo, s&atilde;o as empresas de telecomunica&ccedil;&otilde;es, porque s&atilde;o elas as principais refer&ecirc;ncias de lit&iacute;gios judiciais.</p>

<ul>

<li>Inclua tua URL do Facebook nos recibos</li>

<li>Hankx Writer zoom_out_map</li>

<li>Caracteriza&ccedil;&atilde;o da institui&ccedil;&atilde;o</li>

[[image http://www.pngonly.com/wp-content/uploads/2017/06/Social-Media-World-PNG-Image.png&quot;/&gt;

<li>Desconto pra aquisi&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os e produtos</li>

<li>Amparar o modelo de start-up em corpora&ccedil;&otilde;es convencionais</li>

</ul>

<p>Pouco tempo atr&aacute;s, a OAB divulgou a cria&ccedil;&atilde;o de um grupo pra fazer o trabalho de autorregulamenta&ccedil;&atilde;o do exerc&iacute;cio da intelig&ecirc;ncia artificial no exerc&iacute;cio do Correto. “&Eacute; relevante que a OAB possa regulamentar o foco aproveitando que o conte&uacute;do ainda &eacute; incipiente e que boas diretrizes s&atilde;o capazes de tra&ccedil;ar um caminho harm&ocirc;nico entre os profissionais da advocacia e o desenvolvimento tecnol&oacute;gico. N&atilde;o somos contra o desenvolvimento tecnol&oacute;gico e temos consci&ecirc;ncia de que ele &eacute; inexor&aacute;vel. Isto n&atilde;o quer dizer, contudo, que vamos tolerar oportunistas que querem p&ocirc;r a advocacia num papel marginal e subalterno atrav&eacute;s da massifica&ccedil;&atilde;o desordenada e desregrada destas ferramentas”, afirmou o presidente da OAB, Claudio Lamachia.</p>

<p>No campo do correto consumerista, a procura constatou reiterar-se uma conclus&atilde;o obtida em estudos anteriores do pr&oacute;prio CNJ. Amplo divis&atilde;o da litig&acirc;ncia no Poder Judici&aacute;rio envolve um n&uacute;mero restringido de organiza&ccedil;&otilde;es - notadamente o Poder P&uacute;blico - quando se considera o conjunto da movimenta&ccedil;&atilde;o processual no Judici&aacute;rio. Delimitada a abrang&ecirc;ncia da avalia&ccedil;&atilde;o ao conjunto de processos movidos por fregu&ecirc;ses, ficou comprovada a circunst&acirc;ncia inicial dos pesquisadores.</p>

<p>As demandas est&atilde;o concentradas em torno de poucas empresas: os 30 maiores litigantes foram acionados em mais da metade dos 4,7 milh&otilde;es de processos analisados no estudo. → ENTRAR Em meu FACE na ABJ, dez corpora&ccedil;&otilde;es concentravam em 2015 metade dos processos movidos por consumidores insatisfeitos - um banco especialmente aparece em todas as sete listas. Al&eacute;m dos bancos e das telef&ocirc;nicas, alguns setores se revelam nas listas de maiores litigantes.</p>

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